Vida de Árbitro: O que acontece depois do apito final

João Pessoa-PB 06/07/2016

A carreira de um árbitro de Futsal não é fácil mas, como o interesse pelo apito é despertado? Para alguns parte do amor pelo esporte que tanto praticou durante sua vida, para outros pelo simples e sincero gostar em fazer parte do “espetáculo” que é uma partida de Futsal, seja ela disputada em campeonatos amadores ou profissionais. Há ainda aqueles que veem a arbitragem como um complemento de sua renda. Umas das coisas primordiais para qualquer carreira prosperar é se sentir bem e gostar daquilo que se faz e, com a arbitragem não é diferente.

Autoridade, pressão, responsabilidade, decisão, disciplina são algumas das muitas palavras-chave que podem ser relacionadas à árdua atividade do árbitro. Sobre ele pesa a enorme responsabilidade de tudo decidir. Mas os árbitros já se habituaram à pressão que recai sobre eles. Não bastando a rotina e a disciplina a que são obrigados a se submeter para manter a boa forma física e as regras do estatuto, enfrentam também as reações dos jogadores, treinadores e torcedores durante a partida e após o apito final, onde frequentemente são ofendidos.

 

A vida de árbitro é dura e desgastante. Este profissional precisa, sobretudo, de uma grande dose de coragem e paciência para desempenhar o seu papel de forma eficaz, não se deixando abalar por críticas e ofensas. Ainda assim, por unanimidade, podemos dizer que esta é uma atividade que só deve ser escolhida para quem tem vontade e vocação.

 

 

 

ORAÇÃO DO ÁRBITRO

 

“Senhor! Abençoai a minha difícil missão. Fazei com que eu seja um comandante verdadeiro a serviço do esporte, da dignidade e do talento.

Dai-me coragem para trabalhar, paciência para pensar, humildade para me aperfeiçoar, sabedoria para interpretar com imparcialidade as leis e agir.

Tu, que escolhestes DEUS e dos Árbitros do mundo inteiro, aumentai a minha fé para que eu possa atuar com equilíbrio à luz da verdade. Na constante missão de arbitrar, inspirai-me para que eu seja sincero a todos: colegas, atletas, técnicos e dirigentes.

Vós sabeis, ó Mestre! Que minhas forças não são suficientes, mas com a vossa ajuda serei forte, no ato de julgar, servindo com amor e alegria, em respeito ao espírito do jogo.

Enfim, quero exaltar as vitórias e êxitos alcançados e agradecer-vos pela escolha que me confiastes com segurança, firmeza e honestidade para aplicar as regras.”

 

FONTE:  ESPORTE TOTAL (Geovane Luis da Silva, de Brasília, e texto da árbitra de Santa Catarina, Daine Madeira)

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